Óleo sobre tela
65 × 90 cm
Victor Muzar (PI, 1994)
Transita entre o desenho, a pintura e a ilustração digital, tendo o traço como ponto de partida para a construção de imagens que articulam desejo e memória; em sua investigação, a intimidade masculina e os espaços domésticos são abordados como territórios de afeto na experiência homossexual, compreendendo o lar como um ambiente de segurança e expressão da identidade amorosa. Desenvolve cenas cotidianas e narrativas visuais que tensionam realidade e imaginação, atravessadas por um surrealismo ficcional como estratégia poética, evocando gestos simples — como o toque, o descanso e a presença — e revelando camadas de amor, solidão e melancolia, criando “quase realidades” onde o íntimo se torna linguagem e permanência.Óleo sobre tela
65 × 90 cm
Victor Muzar (PI, 1994)
Transita entre o desenho, a pintura e a ilustração digital, tendo o traço como ponto de partida para a construção de imagens que articulam desejo e memória; em sua investigação, a intimidade masculina e os espaços domésticos são abordados como territórios de afeto na experiência homossexual, compreendendo o lar como um ambiente de segurança e expressão da identidade amorosa. Desenvolve cenas cotidianas e narrativas visuais que tensionam realidade e imaginação, atravessadas por um surrealismo ficcional como estratégia poética, evocando gestos simples — como o toque, o descanso e a presença — e revelando camadas de amor, solidão e melancolia, criando “quase realidades” onde o íntimo se torna linguagem e permanência.