Lápis de cor sobre papel
42 × 53 cm
Pedro Orlando do Vale (SP, 1990)
Sua prática investiga a extrapolação da visualidade do corpo humano. Em sua poética, utiliza pintura, performance e vídeo para cruzar vivências LGBT+, espiritualidade e misticismo. Suas obras operam na distorção de anatomias e comportamentos, gerando um hibridismo entre fauna, flora e organismos extraterrestres. Por meio de formas sinuosas, sensuais e texturas orgânicas, cria narrativas que desafiam convenções e convidam à reflexão sobre identidade, integrando também acessibilidade e mediação às artes.
Lápis de cor sobre papel
42 × 53 cm
Pedro Orlando do Vale (SP, 1990)
Sua prática investiga a extrapolação da visualidade do corpo humano. Em sua poética, utiliza pintura, performance e vídeo para cruzar vivências LGBT+, espiritualidade e misticismo. Suas obras operam na distorção de anatomias e comportamentos, gerando um hibridismo entre fauna, flora e organismos extraterrestres. Por meio de formas sinuosas, sensuais e texturas orgânicas, cria narrativas que desafiam convenções e convidam à reflexão sobre identidade, integrando também acessibilidade e mediação às artes.