Poema bordado sobre peles de pedra
16 × 12 cm (cada)
Léa Juliana (BA, 1979)
Formada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (IdA/UnB), desenvolve uma prática artística que investiga a materialidade como eixo central, tratando a matéria como sujeito, como o Outro ou ainda como um duplo de si. Em sua pesquisa atual, explora terras e pedras por meio de diferentes linguagens, como escultura, pintura, instalação e performance. Participou da Imersão Poética com Bené Fontelles (2023) e da residência artística DevOrar a Antropofagia, no Espaço de Arte Vilarejo 21 (2022), ambas realizadas em Brasília. Integrou exposições coletivas como ObraXerox, no Museu de Arte de Brasília – MAB (2023); ObraBarro, no Museu das Bandeiras – MuBan (2023); Eurarts, na Galleryspt, em Madri, Espanha (2022); DevOrar a Antropofagia, na Alfinete Galeria (2022); e a Feira do Fuga, no Ateliê Valéria Pena Costa (2022).
Poema bordado sobre peles de pedra
16 × 12 cm (cada)
Léa Juliana (BA, 1979)
Formada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (IdA/UnB), desenvolve uma prática artística que investiga a materialidade como eixo central, tratando a matéria como sujeito, como o Outro ou ainda como um duplo de si. Em sua pesquisa atual, explora terras e pedras por meio de diferentes linguagens, como escultura, pintura, instalação e performance. Participou da Imersão Poética com Bené Fontelles (2023) e da residência artística DevOrar a Antropofagia, no Espaço de Arte Vilarejo 21 (2022), ambas realizadas em Brasília. Integrou exposições coletivas como ObraXerox, no Museu de Arte de Brasília – MAB (2023); ObraBarro, no Museu das Bandeiras – MuBan (2023); Eurarts, na Galleryspt, em Madri, Espanha (2022); DevOrar a Antropofagia, na Alfinete Galeria (2022); e a Feira do Fuga, no Ateliê Valéria Pena Costa (2022).