Colagem, acrílica, caneta esferográfica e bastão oleoso sobre tela
42 × 32 cm
Juliana Dias (SP, 1995)
Psicanalista, investiga as ficções que habitam o ordinário das histórias de família e do cotidiano. Entre memória e invenção, transforma o íntimo e o banal em matéria plástica, fazendo o familiar revelar seu estranhamento. Utilizando a colagem e a descolagem como prática e método, mistura e subverte diferentes materiais e técnicas, construindo imagens em camadas e carregando vestígios do processo.
Colagem, acrílica, caneta esferográfica e bastão oleoso sobre tela
42 × 32 cm
Juliana Dias (SP, 1995)
Psicanalista, investiga as ficções que habitam o ordinário das histórias de família e do cotidiano. Entre memória e invenção, transforma o íntimo e o banal em matéria plástica, fazendo o familiar revelar seu estranhamento. Utilizando a colagem e a descolagem como prática e método, mistura e subverte diferentes materiais e técnicas, construindo imagens em camadas e carregando vestígios do processo.