Aquarela e nanquim sobre papel
26 × 18 cm
Dan Tamayo (SP, 1990)
Encontrou na arte um espaço para explorar o que escapa à razão: desejos, vícios e afetos que emergem no cotidiano. Trabalhando com aquarela, acrílica e óleo, desenvolve uma linguagem visual marcada pela intensidade gráfica. O resultado são cenas saturadas de tensão e tesão: homens que fumam, transam, se tocam ou habitam o intervalo entre o gesto e o gozo. Participou de exposições como MÉNAGE (2023), Banheirão (2024) e o 3º Festival Vórtice (2024), além de ter obras publicadas na edição especial “Falo Anal” da revista científica Falo Magazine.
Aquarela e nanquim sobre papel
26 × 18 cm
Dan Tamayo (SP, 1990)
Encontrou na arte um espaço para explorar o que escapa à razão: desejos, vícios e afetos que emergem no cotidiano. Trabalhando com aquarela, acrílica e óleo, desenvolve uma linguagem visual marcada pela intensidade gráfica. O resultado são cenas saturadas de tensão e tesão: homens que fumam, transam, se tocam ou habitam o intervalo entre o gesto e o gozo. Participou de exposições como MÉNAGE (2023), Banheirão (2024) e o 3º Festival Vórtice (2024), além de ter obras publicadas na edição especial “Falo Anal” da revista científica Falo Magazine.